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Processo Eletrônico / Notícias

Mais 12 unidades da comarca de Joinville, a partir desta semana, já operam no eproc

A comarca de Joinville começou a utilizar nesta semana o eproc, novo sistema de processamento eletrônico do TJSC, em mais 12 unidades. Foram beneficiadas as sete varas cíveis e mais duas varas Bancárias, além dos três Juizados Especiais Cíveis. Com este novo alcance, somado a implantação das quatros Varas da Fazenda Pública efetivada em abril deste ano, a comarca da cidade mais populosa de Santa Catarina passa a contar com 16 unidades que operam no sistema Eproc.

Considerada mais simples, esta nova plataforma vai agilizar a tramitação dos processos eletrônicos e ampliar a autonomia na definição dos fluxos processuais, de automações de rotinas e de modelos de expedientes. Quem ganha com esta nova tecnologia, garantem os implantadores, é o cidadão, que terá maior celeridade na prestação jurisdicional.

Na opinião do juiz Edson Luiz de Oliveira, titular da 5ª Vara Cível da comarca de Joinville, o sistema é muito mais intuitivo, agradável e ágil, além de oferecer um processamento superior em comparação ao atual. “O eproc é mais objetivo e simples de operar, menos burocratizante e oferece maior agilidade. Aumenta, de consequência, a produtividade e com respostas mais rápidas acarreta, ao fim, prestação jurisdicional mais célere e eficaz ao jurisdicionado, destinatário maior dos nossos serviços e esforços”, destaca o magistrado.

A chefe de cartório da 5ª Vara Cível, Juliana Machado de Oliveira, também aprovou o novo sistema implantado. “É um sistema ágil, de fácil utilização e que permite uma série de configurações que não existem no atual sistema. Um dos maiores benefícios do eproc é a otimização do tempo, tanto do Poder Judiciário como do jurisdicionado”, diz. Ela acrescenta que toda inovação causa um certo impacto mas, garante, sua equipe está empolgada na utilização do novo sistema.

Entre suas vantagens, o eproc tem a possibilidade de interagir com outros sistemas pelo padrão nacional estabelecido pelo Conselho Nacional de Justiça (CNJ), que é o Modelo Nacional de Interoperabilidade (MNI); é disponibilizado gratuitamente pelo Tribunal Regional Federal da 4ª Região (TRF4); e suas manutenções e atualizações são realizadas pelos próprios técnicos do TJSC.

FONTE: TJSC


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